Língua Portuguesa — CACD 2010
CESPE/UnB · CACD – 1ª fase (TPS) · 64 itens · julgue cada item como Certo ou Errado
Quer responder e ver o gabarito comentado?
Na Lumen você marca Certo ou Errado, vê o gabarito e o comentário de cada item, acompanha seu desempenho por matéria e estuda pelo edital verticalizado.
Cadastre-seTexto II
Joaquim Nabuco. Minha formação. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1981, p. 64-65.
Com relação ao texto II, julgue C ou E.
- 1.
No último parágrafo do texto, a comparação entre a obra de Rui Barbosa e o produto da indústria metalúrgica serve ao propósito de questionar a atribuição a esse intelectual do título de artista.
- 2.
De acordo com o texto, Novalis confia na capacidade do artista de representar a realidade, ao contrário de Goethe, que não acredita que a realidade possa ser alcançada pela arte.
- 3.
Depreende-se do texto que o dom da arte pode permanecer latente e ser ignorado pelo indivíduo dele dotado, durante toda a existência.
- 4.
Segundo o escritor, a arte e o dom do verso são aptidões inatas, como evidencia o emprego, entre outros, do verbo receber, nas linhas 5, 6 e 10, e da expressão “órgão incompleto e não formado” (l.10-11).
Texto I
Manuel Bandeira. O dedo de Deus, o dedo do alemão e o dedo do brasileiro. In: Crônicas inéditas II, 1930-1944. São Paulo: Cosac Naify, 2009, p.16.
Julgue o item a seguir, acerca de aspectos semânticos e morfossintáticos do texto I.
- 5.
O vocábulo “se” tem a mesma classificação gramatical nas seguintes ocorrências: “se verifica” (l.4) e “se saem” (l.5).
- 6.
A expressão “uma tecla muito batida” (l.1), de uso informal, foi empregada com sentido conotativo e significa expressão desgastada pelo uso.
- 7.
No período “No sertão, então, nem se fala” (l.19), verifica-se a antecipação do adjunto adverbial de lugar do verbo falar, o que justifica o emprego da vírgula imediatamente após a palavra “sertão”.
- 8.
No segmento “o gosto que estes revelam pela improvisação” (l.2-3), o termo “pela improvisação” exerce função distinta da exercida na seguinte frase: Revelou, pela improvisação, o quanto se afastara da cultura clássica.
- 9.
No trecho “mas depois indagaram se Bilac era ‘poeta’ mesmo” (l.23-24), em que se verifica emprego de discurso indireto, a oração iniciada pelo conectivo condicional “se” expressa uma hipótese acerca do que foi mencionado anteriormente.
Texto I
Manuel Bandeira. O dedo de Deus, o dedo do alemão e o dedo do brasileiro. In: Crônicas inéditas II, 1930-1944. São Paulo: Cosac Naify, 2009, p.16.
Com relação ao texto I, julgue C ou E.
- 10.
No texto, os traços da cultura brasileira destacados servem de contraponto à apologia do pendor literário dos estrangeiros, sustentada nas premissas de que estes são mais sensíveis que os autores brasileiros e de que empenham plenamente sua inteligência na produção de suas obras.
- 11.
O autor do texto não se exime de emitir julgamento de valor em relação a obras literárias e a escritores, o que se conforma com o gênero do texto: a crônica.
- 12.
O emprego de verbos flexionados na segunda pessoa do plural, evidência do apego do autor ao rigor do uso formal da língua escrita, destoa da impessoalidade e da objetividade que caracterizam o texto.
- 13.
Nesse texto, o autor considera a improvisação um traço característico da produção literária brasileira, que a distingue da literatura de outros países, bem como de outras artes e de outros ofícios nacionais.
Texto III
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra e outros poemas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 149-50.
Com relação ao poema apresentado, julgue C ou E.
- 14.
No segundo verso do poema, a expressão “em cão ou gata” equivale semanticamente a como cão ou gata.
- 15.
A forma “dá” é empregada no poema ora como verbo intransitivo, nos versos 19 e 27, por exemplo, ora como transitivo, nos versos 2 e 26.
- 16.
Na última estrofe, a forma verbal “é” foi empregada como palavra de realce.
- 17.
O verso “naquele porte enfezado” (v.11) acrescenta circunstância de lugar ao fato expresso na terceira estrofe.
Texto IV
Fernando Pessoa. Fernando Pessoa – obras em prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986, p. 284-85.
Acerca do texto IV e das ideias nele desenvolvidas, julgue C ou E.
- 18.
O adjetivo “judicioso” (l.11), que significa o mesmo que opinioso, é empregado com sentido irônico no texto.
- 19.
O autor mostra-se cético não apenas quanto à capacidade da crítica de reconhecer o “grande poeta” (l.23) de seu tempo, mas também quanto à modernidade.
- 20.
Segundo o autor do texto, as obras de arte do passado não servem de parâmetro para a crítica, porque elas atenderam a cânones estéticos da época em que foram produzidas.
- 21.
O autor enumera algumas qualidades necessárias ao exercício competente da crítica de arte e literatura, mas não suficientes para o julgamento de “uma obra de arte profundamente original” (l.15).
Com relação ao texto II, julgue o item a seguir.
- 22.
No trecho “mas da arte não recebi senão a aspiração por ela, a sensação do órgão incompleto e não formado” (l.9-11), do texto II, foi empregada apenas linguagem denotativa.
- 23.
No trecho “não encontrei em mim a tecla do verso, cuja ressonância interior não se confunde com a de nenhum timbre artificial” (l.2-4), do texto II, foi empregada apenas linguagem denotativa.
- 24.
No trecho “Nem todos os que têm o dom do verso são por natureza artistas, e nem todos os artistas têm o dom do verso” (l.17-19), do texto II, foi empregada apenas linguagem denotativa.
- 25.
No trecho “ninguém sabe o diamante que ele nos revelaria, se tivesse a coragem de cortar, sem piedade, a montanha de luz” (l.33-35), do texto II, foi empregada apenas linguagem denotativa.
- 26.
No trecho “Quando mesmo, porém, eu tivesse recebido o dom do verso, teria naufragado, porque não nasci artista” (l.4-6), do texto II, foi empregada apenas linguagem denotativa.
Texto III
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra e outros poemas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 149-50.
Com relação ao poema, julgue C ou E.
- 27.
O ufanismo expresso na última estrofe é marca do estilo de época a que pertence o poema.
- 28.
O contraste entre a “cana de Málaga” e a “nossa” cana, explícito na última estrofe, é prenunciado pelo título do poema e pelas construções negativas usadas na caracterização da cana de Málaga.
- 29.
O poeta contrasta características do espaço geográfico da Espanha e do Brasil, para demonstrar que, neste país, as condições são mais favoráveis que naquele para o cultivo da cana-de-açúcar.
- 30.
A polissemia da palavra “doce” presta-se à construção do sentido global do poema, pois permite caracterizar tanto o sabor da cana como sua docilidade, sua brandura.
Texto II
Joaquim Nabuco. Minha formação. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1981, p. 64-65.
Acerca do vocabulário e das estruturas linguísticas empregados no texto II, julgue C ou E.
- 31.
O período iniciado na linha 14 está na ordem indireta, como demonstra, por exemplo, a antecipação da oração “de criar a menor representação das coisas” (l.15), a qual exerce a função de complemento do nome “privado” (l.17).
- 32.
Dado que a conjunção “Quando” (l.4) não expressa tempo, a oração que ela inicia poderia ser reescrita corretamente da seguinte forma: Mesmo que eu tivesse recebido o dom do verso.
- 33.
Como o fato expresso pela forma verbal “coube” (l.20) pode ser atribuído aos dois núcleos do sujeito, relacionados por adição, a substituição dela por couberam seria gramaticalmente correta.
- 34.
A forma verbal resultar poderia ter sido corretamente empregada no lugar da forma “dar” (l.8), visto que, além de serem sinônimas, têm a mesma regência.
Texto IV
Fernando Pessoa. Fernando Pessoa – obras em prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986, p. 284-85.
Com relação a vocabulário e aspectos gramaticais do texto IV, julgue C ou E.
- 35.
Pelo desenvolvimento das ideias do texto, verifica-se que a referência do sujeito elíptico de todas as orações do período iniciado por “Se for original” (l.17) corresponde à expressão “o crítico competente” (l.14).
- 36.
O emprego do pronome “nos”, no segmento “tornaram-nos conhecidos” (l.29), evidencia que o autor do texto se inclui entre os homens “aceitos pela multidão” (l.30).
- 37.
Seria mantida a correção gramatical do texto, caso fosse suprimido o acento indicativo de crase empregado em “à aceitação na sua própria época” (l.3-4).
- 38.
Na frase “Quais as qualidades que formam não o incidental, mas o crítico competente?” (l.8-9), o emprego da palavra de realce “que” e a oposição estabelecida por “não..., mas” são recursos de ênfase.
Textos V e VI
Texto V
Euclides da Cunha, 1866-1909. Um clima caluniado (fragmento). In: Um paraíso perdido: reunião de ensaios amazônicos. Seleção e coordenação de Hildon Rocha. Petrópolis: Vozes, Brasília, INL (coleção Dimensões do Brasil, v.1), 1976, p. 131-2 (com adaptações).
Texto VI
Walnice Nogueira Galvão. Polifonia e paixão (fragmento). In: Euclidiana: ensaios sobre Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 28-9 (com adaptações).
Com referência às ideias e às estruturas linguísticas do texto V, julgue o item a seguir.
- 39.
Da argumentação do autor, no período final do texto, conclui-se que, dotados de firme espírito de luta, os sertanejos que trabalham na exploração da seringueira mantêm, durante a execução dessa atividade, a esperança e a motivação que os levaram a empreender a viagem em busca de riqueza.
- 40.
As expressões “de todo em todo” (l.8-9) e “para logo” (l.14) poderiam ser substituídas por ao todo e logo mais, respectivamente, sem prejuízo para o conteúdo semântico do texto.
- 41.
Ao afirmar que “Há um laivo siberiano naquele trabalho” (l.20), o autor compara o isolamento que o trabalho impõe ao sertanejo com o exílio a que foram submetidos intelectuais e políticos que se revoltaram contra o regime soviético em século passado.
- 42.
Ao metaforizar o trabalho no seringal denominando-o “empresa de Sísifo” (l.25), o autor ressalta estar o sertanejo condenado a repetir, perpetuamente e sem alento, um labor penoso e embrutecedor.
- 43.
Depreende-se do texto que os sertanejos, desprotegidos, tornam-se devedores dos seus contratantes logo após terem iniciado o trabalho no seringal.
Textos V e VI
Texto V
Euclides da Cunha, 1866-1909. Um clima caluniado (fragmento). In: Um paraíso perdido: reunião de ensaios amazônicos. Seleção e coordenação de Hildon Rocha. Petrópolis: Vozes, Brasília, INL (coleção Dimensões do Brasil, v.1), 1976, p. 131-2 (com adaptações).
Texto VI
Walnice Nogueira Galvão. Polifonia e paixão (fragmento). In: Euclidiana: ensaios sobre Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 28-9 (com adaptações).
Acerca de aspectos morfológicos e semânticos de vocábulos do texto V, julgue C ou E.
- 44.
Denomina-se prefixação o processo de formação dos seguintes vocábulos: “anomalia” (l.7), “alacridade” (l.33) e “arrebataram” (l.34).
- 45.
O vocábulo “agravada” (l.28) tem o mesmo radical que os vocábulos gravidez e gravidade.
- 46.
O vocábulo “inaturável” (l.15) é formado por derivação e tem o mesmo radical do vocábulo desnaturado.
- 47.
Os vocábulos “instabilidade” (l.3), “imperfeita” (l.4), “inçados” (l.10) e “impõe” (l.20) são formados por prefixo cujo valor semântico denota privação ou negação.
Textos V e VI
Texto V
Euclides da Cunha, 1866-1909. Um clima caluniado (fragmento). In: Um paraíso perdido: reunião de ensaios amazônicos. Seleção e coordenação de Hildon Rocha. Petrópolis: Vozes, Brasília, INL (coleção Dimensões do Brasil, v.1), 1976, p. 131-2 (com adaptações).
Texto VI
Walnice Nogueira Galvão. Polifonia e paixão (fragmento). In: Euclidiana: ensaios sobre Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 28-9 (com adaptações).
Com relação aos textos V e VI, julgue C ou E.
- 48.
No texto V, a adjetivação recorrente e o recurso a referências eruditas na descrição do trabalho do sertanejo no seringal são exemplos de características do estilo euclidiano que, no entender da autora do texto VI, são avessas “ao espírito modernista” (l.3-4).
- 49.
No texto V, o emprego de “engravecia” (l.3) e de “vão-se-lhe” (l.32) ilustra a afirmação da autora do texto VI a respeito da preocupação de Euclides da Cunha “com o uso de uma língua portuguesa castiça e até arcaizante” (l.5).
- 50.
No texto V, corrobora-se a análise da autora do texto VI no que concerne às preocupações de Euclides da Cunha acerca das condições do interior do país.
- 51.
Por serem trechos de ensaios, os textos V e VI apresentam-se em linguagem desprovida de informalidade, predominando, no texto V, a função poética da linguagem e, no texto VI, a função conativa.
Textos V e VI
Texto V
Euclides da Cunha, 1866-1909. Um clima caluniado (fragmento). In: Um paraíso perdido: reunião de ensaios amazônicos. Seleção e coordenação de Hildon Rocha. Petrópolis: Vozes, Brasília, INL (coleção Dimensões do Brasil, v.1), 1976, p. 131-2 (com adaptações).
Texto VI
Walnice Nogueira Galvão. Polifonia e paixão (fragmento). In: Euclidiana: ensaios sobre Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 28-9 (com adaptações).
Considerando os sentidos e os aspectos morfossintáticos do texto VI, julgue o item a seguir.
- 52.
Na linha 33, “nas quais” e “das quais” complementam formas verbais distintas.
- 53.
No trecho “Acrescente-se a isso sua preocupação com o uso de uma língua portuguesa castiça e até arcaizante” (l.4-5), o termo sublinhado (“isso”) retoma o que se afirma no trecho imediatamente anterior: “só poderiam ser avessos ao espírito modernista.” (l.3-4).
- 54.
A oração “que se tornariam centrais na produção intelectual e artística do século XX” (l.24-25) tem, no período em que se insere, sentido explicativo.
- 55.
No período “No longo processo de emendar seu próprio texto, a prosódia ia, aos poucos, sobrepujando a ortoepia, esta, sim, portuguesa, mostrando que o ouvido do autor ia desautorizando sua sintaxe e, principalmente, sua colocação de pronomes anterior” (l.13-17), os pronomes sublinhados (as duas ocorrências de “sua”, em “sua sintaxe” e “sua colocação”) fazem referência a “prosódia” (l.14).
- 56.
A substituição da expressão “na medida em que” (l.23) por à medida que não traria prejuízo para o sentido do período em questão.
Textos V e VI
Texto V
Euclides da Cunha, 1866-1909. Um clima caluniado (fragmento). In: Um paraíso perdido: reunião de ensaios amazônicos. Seleção e coordenação de Hildon Rocha. Petrópolis: Vozes, Brasília, INL (coleção Dimensões do Brasil, v.1), 1976, p. 131-2 (com adaptações).
Texto VI
Walnice Nogueira Galvão. Polifonia e paixão (fragmento). In: Euclidiana: ensaios sobre Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 28-9 (com adaptações).
A respeito das ideias, das estruturas linguísticas e da organização do texto VI, julgue C ou E.
- 57.
No primeiro parágrafo do texto, são mencionadas características da obra de Euclides da Cunha que, segundo a autora, teriam ensejado a rejeição desse autor pelos escritores do Modernismo.
- 58.
Na oração “Partilharia igualmente com ele a reflexão sobre a especificidade das condições históricas do país” (l.21-23), a referência do sujeito elíptico é a expressão “o Modernismo” (l.18), e a do pronome “ele” é o termo “Euclides” (l.19).
- 59.
O período “No entanto, mal sabiam os modernistas que, em Euclides, contavam com um abridor de caminhos” (l.9-10) poderia ser reescrito, sem prejuízo para as informações do texto, da seguinte forma: Entretanto, não percebiam os modernistas que, em Euclides, tinham um precursor.
- 60.
A recorrente citação de Os Sertões, a descrição dos processos de reescritura dessa obra pelo autor e a enumeração dos temas nela abordados evidenciam que o objetivo central do texto VI é a reapresentação desse livro aos leitores.
Textos V e VI
Texto V
Euclides da Cunha, 1866-1909. Um clima caluniado (fragmento). In: Um paraíso perdido: reunião de ensaios amazônicos. Seleção e coordenação de Hildon Rocha. Petrópolis: Vozes, Brasília, INL (coleção Dimensões do Brasil, v.1), 1976, p. 131-2 (com adaptações).
Texto VI
Walnice Nogueira Galvão. Polifonia e paixão (fragmento). In: Euclidiana: ensaios sobre Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 28-9 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e a aspectos morfossintáticos do texto V e do texto VI, julgue C ou E.
- 61.
A autora do texto VI sugere que Euclides da Cunha deveria ser incluído no elenco de escritores modernistas mais por ter adaptado, em suas obras, o discurso ao falar brasileiro do que por ter tratado de temas típicos do Modernismo.
- 62.
No texto V, as formas verbais “constringe-se” (l.14) e “constrangido” (l.22) podem ser substituídas, respectivamente, por constrange-se e constringido, sem que se altere o sentido dos períodos em que se inserem.
- 63.
No primeiro período do segundo parágrafo do texto V, o autor emprega o sinal de dois pontos, na linha 6, para indicar que pretende dar ênfase a uma assertiva e, na linha 7, para introduzir uma explicação do que considera ser “uma anomalia” (l.6-7).
- 64.
No texto VI, o vocábulo “prosódia” (l.14) designa as características da emissão dos sons na fala, como acento e entonação.
Quer responder e ver o gabarito comentado?
Na Lumen você marca Certo ou Errado, vê o gabarito e o comentário de cada item, acompanha seu desempenho por matéria e estuda pelo edital verticalizado.
Cadastre-se